Servidores da Transalvador fazem paralisação por 48h

A previsão é de que os trabalhadores saiam em passeata do pátio da Gerência de Trânsito (Gtran) até sede da prefeitura, na Praça Municipal

Os servidores da Superintendência de Trânsito e Transportes de Salvador (Transalvador) vão paralisar as atividades, a partir desta quarta-feira (5), durante 48 horas. A decisão foi tomada pelos servidores ligados a Associação dos Servidores em Transporte e Trânsito do Município (Astram) em uma assembleia realizada na última sexta-feira (31).

A previsão é de que os trabalhadores façam uma nova assembleia pela manhã e saiam em passeata do pátio da Gerência de Trânsito (Gtran) até sede da prefeitura, na Praça Municipal.

Em nota, a Transalvador informou que a Administração Municipal tem mantido um canal aberto com o Sindicato dos Servidores de Trânsito e Transporte de Salvador e Região Metropolitana (Sindttrans) e com a Associação dos Servidores em Transporte e Trânsito do Município (Astram) nestes dois anos e afirmou que não há motivos para a paralisação.

“Um dos grandes desejos da categoria, a manutenção do plano de saúde, foi atendido, e avanços na estrutura, como o fardamento e equipamentos foram renovados”, diz a nota.

Reivindicações

Os servidores reclamam da falta de avanços nas negociações salariais deste ano e pelo não retorno dos servidores transferidos para a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob). Segundo o presidente da Astram, Luiz Bahia, os servidores da área de transporte foram transferidos para Semob no mês de janeiro e, mesmo após solicitações, os trabalhadores não retornaram para Transalvador.

A categoria também reivindica a divulgação de um calendário de concurso para as áreas de trânsito e transporte. O último processo seletivo foi realizado em 2003. “Do jeito que as coisas estão, vão entregar todo sistema de trânsito e transporte para iniciativa privada e daqui a pouco teremos como única atribuição multar. Demoramos muito para conseguir que nossa atividade fosse reconhecida e inserida na Constituição Federal, através da Emenda Constitucional nº 82/14, e não vamos deixar nossas funções serem usurpadas”, reclama André Camilo, vice-presidente da Astram.

Correio24horas

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